Boletim Arte na Escola

Ao contrário do que se possa imaginar, a forma de aprender a distância é muito mais antiga do que imaginamos. Os registros históricos apontam que em 20 de março de 1728 foi o marco inicial da Educação a Distância (EaD) no mundo. Foi anunciado no jornal Boston Gazette um curso de ensino de taquigrafia por correspondência ministrado pelo professor Caleb Philipps. Já no Brasil o primeiro registro é de 1904 de um curso profissionalizante por correspondência para datilógrafo publicado nos classificados do Jornal do Brasil.

 

Depois disso muita coisa mudou. Vieram cursos que usavam o Correio como mecanismo de troca de conhecimento como os institutos Radiotécnico Monitor e Universal Brasileiro, além de outras tecnologias que usavam recursos como a televisão tais como Telecurso, TV Escola, entre tantos outros. Somente com a popularização da internet, em 1996, é que foi criado pelo Ministério da Educação a Secretaria de Educação a Distância (SEED), com a política de privilegiar a democratização e a qualidade da educação brasileira. No mesmo ano surge oficialmente a Educação a Distância no Brasil como conhecemos hoje, estabelecida pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996, embora somente regulamentada em 20 de dezembro de 2005 pelo Decreto n° 5.622.

 

 

É inegável que o papel da tecnologia foi fundamental para que a Educação a Distância se propagasse pelo país e fosse uma das principais formas de aprendizado nos dias atuais. Hoje ela está presente nos cursos de graduação, pós-graduação ou até cursos de poucas horas sobre os mais diversos temas e preços, inclusive gratuitos.

 

Vani Moreira Kenski, mestre e doutora em Educação e vice-presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), trabalha com EaD desde 1998 e já atuou em cursos de diversas áreas e níveis, seja de graduação, pós-graduação, ensino técnico, cursos livres, profissionalizantes e/ou corporativos. Também é supervisora EaD do curso “Aprendendo com Arte”. Para ela o desafio é  articular as características específicas da área do curso com os dispositivos digitais mais adequados aos objetivos dos professores e dos alunos sobre o tema. E em Arte não é diferente. Os cursos precisam equilibrar conteúdo e viabilidade.

 

 

Para a coordenadora do curso de Artes Visuais EaD da Universidade Norte do Paraná (Unopar), Laura Célia Sant'Ana Cabral Cava, a experiência para montar um curso em Arte para educação a distância precisa ter embasamento no chão da escola. Como professora da rede municipal de Londrina, no Paraná, há 25 anos, em 2002 Laura passou no concurso para ser assessora pedagógica de Arte e atuar frente a formação continuada dos professores da cidade. Em 2005 começou a ministrar aulas por meio da EaD e não parou mais. Além da coordenação também leciona duas matérias: Leitura de Imagem e Metodologia do ensino de Arte.O meu trabalho com o ensino de arte é baseado na minha vivência em sala de aula, na minha função de assessora, nos meus estudos e leituras, nos documentos oficiais que me norteiam (Diretriz Curricular Nacional) e teóricos que considero relevantes”.

 

No caso da Unopar  as aulas do curso de Artes Visuais EaD acontecem da seguinte forma: os alunos recebem um material variado (livros, um hipertexto e textos complementares), se reúnem uma vez por semana no seu polo de apoio para assistirem a aula em um telão, transmitida ao vivo e com a possibilidade de interação com o professor e colegas de todo o Brasil. “Os estudantes podem fazer perguntas, há momentos de propostas de atividades, as aulas são articuladas com momentos teóricos e práticos, em seguida ficam uma hora no chat, junto com o professor, realizando uma atividade teórico-prática e sanando dúvidas. Contam também com um fórum de discussões e ao final de cada semestre apresentam à turma um trabalho com imagens fotográficas e/ou vídeos de todo o processo do trabalho realizado. Os alunos de Licenciatura também realizam os estágios curriculares obrigatórios.”

 

Tanto para Vani quanto para Laura, os cursos a distância no Brasil cumprem um papel importante para suprir a demanda da formação em Arte dos professores. “Acredito que os cursos a distância possuem até melhores condições para realizar esta formação. O acesso constante às inúmeras possibilidades oferecidas pela internet em relação às diversas modalidades de Artes, viabiliza a produção dos conteúdos e atividades. A possibilidade de interação, comunicação e ação em grupos on-line facilita a intercomunicação didática entre todos (professores, alunos, tutores, coordenadores) para o desenvolvimento do curso e realização das atividades. As condições para publicação nos ambientes virtuais e redes sociais facilita a visualização e comentários de todos sobre tudo o que é disponibilizado. Além de tudo isso, as funcionalidades existentes nos dispositivos móveis, como tablets, smartphones, notebooks, etc., viabilizam a produção de imagens, sons, textos em qualquer local e a qualquer tempo, trazendo uma nova dinâmica de produção e ação”, diz Vani Moreira Kenski.

 

Laura também pontua que há falta de cursos e de profissionais em Arte no Brasil.  “O ensino a distância veio suprir esta demanda de profissionais formados nesta área, pois infelizmente, ainda hoje, as aulas de arte são ofertadas a professores com outra formação. A Educação a Distância está se consolidando como uma opção importante para aprender ao longo da vida, para a formação continuada, para aceleração profissional, para conciliar estudo e trabalho”, defende.

 

Cursos não formais e a formação do professor de Arte

 

Camila Ferreira é professora de Arte no Colégio Olga Ferraz (Educação Infantil, Ensino Fundamental I) e Colégio Souza Moreno ( Ensino Fundamental II) na cidade de São Paulo. Cursou Artes Cênicas na Faculdade Paulista de Artes (FPA), em São Paulo, de modo totalmente presencial. No último ano do curso a coordenação propôs que as disciplinas de licenciatura fossem ministradas por meio de EaD. Os alunos tiveram receio que justamente Didática e matérias que previam o encontro com os alunos em sala de aula pudessem prejudicar sua formação se fosse a distância e por meio de abaixo assinado e conversas com a coordenação da instituição, conseguiram que as aulas fossem presenciais. Hoje Camila é uma das alunas do curso Aprendendo com Arte na modalidade totalmente a distância. 

 

Para ela a formação do professor de Arte no Brasil está em um processo de construção. “Acredito que ainda precisamos rever essa formação, muito também pela disparidade entre formação x prática. A minha experiência em licenciatura não foi das melhores. Infelizmente o processo de formação não foi direcionado para ser docente, ao longo dos semestres as aulas tinham foco muito mais na formação de atores do que de docentes, mesmo o semestre que tínhamos as disciplinas de licenciatura, houve pouca conexão entre as aulas e a prática. O problema vai para além da formação, ela esbarra no currículo, não há formação polivalente, mas quando em sala, tanto no público quanto no privado, você (docente) é obrigado a dar todas as linguagens.”

 

 

Camila comenta ainda que ao longo de sua formação em Artes Cênicas teve um contato superficial com outras linguagens, mas que não considera o suficiente para trabalhar com os alunos. Ela defende que os professores deveriam ser contratados de acordo com sua formação específica, no caso como professora de Artes na linguagem Teatro. “Para não me sentir uma fraude em sala, fiz e ainda faço cursos complementares, principalmente em artes visuais que é o foco maior no currículo das escolas”, completa.

 

Quanto aos cursos EaD complementares, com uma carga horária reduzida, Vani defende que o protagonismo do aluno é essencial para poder escolher um bom curso, de acordo com o que pretende aprender para ser um bom professor de Arte. Quanto a qualidade do curso ela acredita que vai depender de quanto o curso “está afinado com as necessidades do professor e as condições facilitadoras para sua aplicação do aprendido nas suas salas de aula”. Laura diz que baseada em sua própria experiência todos os cursos que realizou como educadora foram importantes para sua formação e crescimento profissional, que sempre tirou algo de produtivo. “Cursos de extensão no campo da arte, formações continuadas, grupos de estudos e cursos não formais, tudo colabora para um bom desempenho profissional. O professor precisa constantemente se atualizar com relação a novas metodologias”, garante.

 

 

Pontos positivos e negativos da Educação a Distância em Arte

 

Para Vani Moreira Kenski a Educação a Distância apresenta vários pontos positivos, como suportes tecnológicos que favorecem a comunicação que vai desde a internet em alta velocidade e transmissão em vídeo, cursos gratuitos. Os professores têm mais possibilidades de participar de cursos de acordo com seus interesses e áreas de formação e de atuação sem precisar de maiores deslocamentos. Encurtar a distância e ampliar o tempo para acesso a qualquer momento e em qualquer local, além da criação de comunidades e redes de educadores que podem aprender junto e trocar experiências sobre temas e dificuldades comuns em relação ao ensino de arte.

 

Já para Laura um aspecto positivo é que muitos alunos que já lecionam Arte, já estão no mercado de trabalho e/ou desejam, necessitam fazer outra graduação, mas não conseguem frequentar um curso presencial, com aulas todos os dias na semana, a educação a distância é uma ótima oportunidade. “O ensino a distância dá visibilidade a falta de professores de arte em todo Brasil, principalmente nos semestres que o aluno vai realizar seu estágio, muitos estados brasileiros não contam com o profissional de Arte ministrando as disciplinas, desta forma, o curso de artes visuais está atendendo a esta demanda de profissionais na área específica, melhorando assim, a qualidade do ensino em arte. Temos alunos que sonham fazer uma graduação, mas moram em municípios isolados, muito pequenos, carentes de muitos serviços, sem faculdade, universidades. Neste caso, a única chance de realizar um sonho de cursar o ensino superior, é viajando para um local mais próximo, que às vezes, não é tão próximo assim. Muitas vezes esta viagem é feita de barco e seria inviável se fosse todos os dias, diante de tantas dificuldades, o fato de irem ao polo uma vez por semana, quando o curso é semipresencial, ou realizar tudo em sua casa, quando é online, é a única solução”.

 

 

Laura também garante que em um curso a distância, independente se ele é em Arte ou não, o aluno é quem gerencia seu tempo, com tarefas e prazos para cumprir, se ele não se organizar, não consegue ir adiante. “Vejo isto como muito positivo, um exercício para a vida profissional, que é cumprir prazos, realizar tarefas, se programar para horários de estudos e leituras, pois neste caso, não há o tão famoso ‘jeitinho brasileiro’, de ir conversar com o professor, pedir para prorrogar, argumentar que não entendeu, combinarem de faltar coletivamente no dia da entrega de um trabalho e outros. Lógico que o aluno tem todo um amparo legal, em casos excepcionais, como em toda instituição, no caso de saúde, falecimento de familiares, etc.”. Ela comenta ainda que as aulas são melhor elaboradas, planejadas com antecedência, com supervisão de uma equipe de correção e edição, com menor improviso. “Caso o aluno falte ou tenha dificuldade em entender o conteúdo trabalhado, ele tem a possibilidade de acessar a biblioteca digital e assistir a mesma aula quantas vezes quiser. Tanto nos cursos semipresenciais que as aulas são ao vivo, mas depois são disponibilizadas, gravadas, na biblioteca digital, como on-line, que é totalmente a distância.”

 

A estudante de EaD, Camila Ferreira diz que tenta extrair o que há de melhor nos cursos que faz. Para ela a liberdade de administrar o próprio tempo para ler e produzir ideias otimiza o fato de não ter que sair de casa e economiza tanto o tempo quanto dinheiro. “Quando presencial você dialoga diretamente com as pessoas, o que não é fácil, pois nem sempre encontramos uma unidade de pensamento ou concordância nas ideias, gerando debates o que é saudável, mas as vezes quando não há maturidade torna-se desgastante. No EaD você tem como expor suas ideias sem ser interrompido, sem ser desrespeitado, não há nos fóruns o calor do momento onde a discussão presencial pode elevar os ânimos.” Mas ela também pontua que muitas vezes mesmo podendo haver um desgaste de discordância de ideias, nos cursos a distância há uma demora maior, pois nem sempre os membros do grupo estão conectados no mesmo horário e podem demorar mais para responder. Outro ponto negativo em seu ponto de vista é não ter a relação com os livros, poder anotar, grifar e que ler o conteúdo no tablete pode parecer uma relação fria, sem envolvimento.

 

A vice-presidente da ABED, lembra que a existência de cursos de má qualidade, com conteúdos prontos e fechados e que não consideram a importância do diálogo, da interação e da comunicação entre os participantes é em geral um dos piores aspectos que podem acontecer em um curso EaD. Vani também pontua que problemas tecnológicos que dificultam o acesso dos professores ao ambiente virtual, assim como o excesso de atividades propostas, que pode contribuir para o stress dos alunos, o desânimo e a evasão. “É bem melhor trabalhar didaticamente uma atividade, criar espaços para que todos possam ver e comentar os trabalhos feitos pelos colegas. Aproveitar estes momentos para integrar todos os participantes. Que todos possam ir aprendendo junto com as experiências bem exploradas.”

 

Já a coordenadora do curso de Artes Visuais EaD da Unopar lembra que o Ensino a Distância no Brasil ainda encontra preconceito de uma parte da comunidade acadêmica e da sociedade. “Muitas pessoas criticam, mas não sabem como funciona. Como tive a oportunidade de estar dos dois lados (professora e aluna), sei que funciona, principalmente quando há interesse por parte do aluno, se não há interesse e envolvimento, tanto no presencial, como no EaD, não funcionam”.

 

O que fazer para evitar o desestímulo no curso de Educação a Distância

 

“Empatia é fundamental. Compreender que em todas as salas de aula se trabalha com desejos, nem sempre coincidentes: o de ensinar, do professor e o de aprender, do aluno. Criar sintonia entre esses dois desejos, produzir atividades que possam ir ao encontro das condições, estilos de aprendizagem, conhecimentos e necessidades dos alunos”, diz Vani. Ela também comenta que é importante ouvir as sugestões e reinvindicações dos participantes dos cursos, assim como explicar no caso da EaD ainda mais que de forma presencial, que o sucesso do curso e da aprendizagem depende de todos. Ela também lembra que respeito, cordialidade e disciplina são fundamentais.

 

“É preciso que todos possam se expressar, mas sabendo respeitar os demais participantes. Que possam ser cordiais, solidários e viabilizem um clima de harmonia na rede construída entre todos os participantes do curso. Contudo, é preciso que todos - professores, tutores, alunos, etc. - tenham consciência e respeito às normas, regras, tempos definidos para realização das tarefas, cumprimento dos prazos e condições para a realização das ações propostas”, completa.

 

Camila diz que como estudante de um curso EaD é preciso organização. Para ela é preciso elencar prioridades, já que em um curso presencial a pessoa sabe que em determinado dia e horário precisa estar no local já nos cursos virtuais precisa ter uma rotina para não esquecer. “Você entra na roda gigante da vida e é engolido por ela e se não levarmos para essa roda o virtual, esqueceremos. O método que minha tutora Daniele Lopes utiliza é bem bacana e funciona comigo. Ela manda e-mails pontuais, se mostra a disposição e mesmo em sua cobrança há um respeito com o tempo de cada um”.

 

 

 

Aprendendo com Arte

 

Em parceria com a Fundação Volkswagen o Instituto Arte na Escola realiza desde o ano passado o curso “Aprendendo com Arte” em duas modalidades: semipresencial e totalmente a distância, ambos com 150 horas de formação e aproximadamente oito meses de duração. Totalmente gratuito ele tem como público-alvo professores de Arte do Ensino Fundamental. O objetivo da iniciativa é envolver e auxiliar o educador na compreensão aprofundada do papel da Arte, da cultura, de seus potenciais educativos, dos espaços culturais e causar um impacto real no ensino da Arte em sala de aula.

 

 

Camila Ferreira está no quarto módulo do curso Aprendendo com Arte na modalidade totalmente a distância. Para ela a experiência tem sido produtiva também por ter contato com profissionais de todo o Brasil, de outras realidades. “O curso está sendo fantástico. Me dá a oportunidade de organizar meus processos como educadora e pensadora, de compartilhar minhas experiências com os demais, assim como ter acesso a outras práticas e ideias. Rico por ultrapassar as fronteiras, já que os participantes são de todo Brasil, entrando em contato com outras realidades, ampliando meus horizontes.”

 

 

 

Sobre as entrevistadas:

 

Vani Moreira Kenski é Mestre e Doutora em Educação. Licenciada em Pedagogia e Geografia. Vice-presidente da ABED (Associação Brasileira de Educação a Distância), gestão 2015-2019. Professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de São Paulo (USP). Diretora da SITE Educacional Ltda. Pesquisadora do CNPq (bolsista Pq). Organizadora e autora do livro "Design Instrucional para cursos on-line” da Ed. SENAC /SP (2015) e dos livros: Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância; Educação e Tecnologias o novo ritmo da informação e Tecnologias e Tempo Docente, todos publicados pela Editora Papirus, além de outras publicações em que trata de suas pesquisas e experiências profissionais. 


Laura Célia Sant'ana Cabral Cava é Mestre em Metodologias para o Ensino de Linguagens e suas Tecnologias do Programa de Mestrado em Ensino da Universidade Norte do Paraná - UNOPAR. Especialista em Arte- Educação e especialista em Educação Infantil, ambas realizadas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Graduada em Educação Artística pela UEL. Atualmente é Coordenadora do Curso de Licenciatura em Artes Visuais EaD da UNOPAR e docente do ensino superior e pós graduação da UNOPAR EaD. Atua como Apoio Técnico Pedagógico de Arte na Secretaria Municipal de Educação (SME) – Londrina (PR), na Gerência do Ensino Fundamental e na Coordenadoria de Ampliação de Jornada Escolar, é também responsável pelo Programa Federal Mais Educação da SME.


Camila Ferreira é professora de Arte há três anos. Ministrou aulas na Educação Infantil, Ensino Fundamental I, II e Médio, no ensino formal da rede pública e particular e também no ensino não formal da rede SESC, na cidade de São Paulo. Hoje atua no Colégio Olga Ferraz e Colégio Souza Moreno. Como professora de Teatro trabalhou no Projeto Teatro Científico do Espaço Ciência em Olinda (PE). Também é oficineira no projeto "Oficina Cênica Compartilhar Caminhos" que propõe um tempo e espaço de expressão e voz voltado para mulheres.

 

 

Comentários Deixe o seu comentário

  • Cleonice Tavares dos Santos, 11:49 - 13/07/2016
    Gostei muito das informações escritas e as que assisti no vídeo, tirei algumas dúvidas, pois passei no concurso e se for chamada quero me aperfeiçoar em Arte.
  • Francisca Araújo da Costa, 19:35 - 18/07/2016
    Conteúdos de Excelência qualidade!!!!! Parabéns... Preciso muito de uma pós graduação ou uma especialização em Artes... Minha Formação é em Artes Visuais.
  • Charles Especie, 07:33 - 09/09/2016
    Com certeza o ensino a distância possibilita a convergência de conhecimento e aluno, de uma forma totalmente viável para pessoa de diferentes cantos do brasil e do mundo ! Parabéns pela iniciativa !!!
  • Adriana Faria Machado, 21:47 - 02/10/2016
    Boa Noite! Ao estudar verifiquei que o ensino à distância nos leva a pesquisar bem mais do que o presencial, assim aprendemos com muito mais afinco pois ao leu você memoriza com maior facilidade. Ao pesquisar descobre coisas que fazem você se aprofundar mais e mais no que está buscando. Se tiver uma organização o estudo ficará prazeroso e claro, fazendo com que você assimile com mais facilidade.

Deixe o seu comentário

Os campos assinalados com (*) são de preenchimento obrigatório.




Ainda nesta edição