Forum
Silvia Sell Duarte Pillotto
Esse é um tema instigante, especialmente nesse momento em que a questão polivalência tem tomado espaço nos encontros de arte na educação. É preciso criarmos um movimento em que possamos participar mais efetivamente nas decisões que envolvem as políticas públicas para a educação e consequentemente para a arte na educação. Estudarmos, compreendermos e legitimarmos ou não as Leis, Resoluções e Pareceres, é fundamental.
Luciana Jorge

Boa Tarde!

Meu nome é Luciana e estou tentando lecionar na escola estadual.

As vezes não sei se o que esou fazendo é certo, porque o meu objetivo é sensibilizar o coração de pedra da maioria das pessoas.

É tentar faze-las um pouco mais sensível.

Enchergar um pouco de beleza na vida e em vida.

Escuto muitas e muitas vezes: - Eu odeio desenho, eu odeio arte!

Sinto que a minha matérias as vezes é só um tapa buraco, e nos momentos de solidão penso se a arte realmente é necessária para a vida das pessoas.

Não sei se estou dentro do assunto!! mas vai aqui um desabafo.

Obrigada!

Cleonice França Ortiz

Olá pessoal!!

Êta tema interessante!! aqui em Manaus essa briga é velha, a cada fórum, a cada seminário, a cada encontro de arte educadores... mas pouco conseguimos avançar.Ainda esbarramos em todas as dificuldades possíveis, e os problemas são os mesmos: falta de profissionais formados em Arte atuando nas escolas, o tratamento que se dá à disciplina na carga horária dos alunos, com poucas aulas semanais e com profissionais de outras áreas de conhecimento ministrando as aulas, enfim, temos aqui empreendido muitos esforços no sentido de mudar esta triste realidade. Tem sido na verdade uma tentativa de ação em conjunto, entre as secretarias de educação e as universidades no sentido de fazer as mudanças, mas ainda temos muito chão pela frente, são muitas discussões , mas poucas realizações de fato. A certeza é de que não pretendemos deixar as discussões esfriarem, nem economizaremos sola de sapato em busca do que entendemos ser o correto no ensino de Arte nas nossas escolas.

Jairo Larroza
Meu nome é Jairo, sou professor de música, moro no Espírito Santo e já lecionei música como voluntário durante dois anos numa escola estadual em Belo Horizonte. Creio que é preciso um esforço ORGANIZADO E PERMANENTE de todos os profissionais de ensino da arte, para que os parlamentadres de todos os escalões se conscientizem de que "ARTE NÃO É FRESCURA" e que também "ARTE-EDUCAÇÃO NÃO É FERRAMENTA DE PROMOÇÃO POLÍTICA". Eu vi a trasformação de alguns alunos, simpresmente porque foram sistematicamente estimulados à criação e expressão artítica, com reflexão, consciência e muito, muito amor. Desejo sucesso a todos os colegas que nos acompanham nessa luta. É preciso perseverar. As novas gerações merecem.
Airla Gomes M. Barboza

Meu nome é Airla. Sou professora temporária da rede pública estadual. Uma das categorias mais difíceis, pois você nunca conclui um trabalho que começou.

O tema abordado é de fundamental importância. A arte é o meio facilitador do ensino aprendizagem, além de contribuir contra a violência. A arte acalma, socializa, exercita o raciocínio lógico e a criatividade, portanto as crianças aprendem brincando.

Na minha opinião,  quando todos os educadores começarem a ter interesse pelas artes,  as nossas escolas terão grande sucesso no desenvolvimento conteudista e os educandos aprenderão com prazer.

Cada professor pela escolha profissional, já é um artista. A arte de ensinar é um dom e somente aqueles que a exercem por vocação, são premiados com afeto e muito amor enviados através de cartinhas ou bilhetinhos decorados com desenhos belíssimos.

Vamos abraçar esta causa, porque com certeza, mudaremos a cara do nosso país.

Gislaine Soléo
Oi!!!Sou Gislaine, professora de educação infantil, rede pública, sempre gostei muito em apreciar obras de arte, mas tenho muita dificuldade em trabalhar com os pequeno, 5 e 6 anos os conteúdos da arte... se puder ajudar agradeço muito
Daniela Linck Diefenthäler
Olá!!! Sou professora de artes de Educação Infantil, Séries iniciais e Finais do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Magistério. Amo o que faço e adoraria poder trocar algumas experiências neste forum. Achei muita coincidência, mas nesta semana, conversando com a professora Susana Rangel, acabei sabendo sobre o trabalho de Silvia Pillotto e estava mesmo procurando entrar em contato.
Um grande abraço à todos!!!
Rozineide Maria Dos Santos

Sou professora e coordenadora pedagógica da prefeitura do recife. aqui no recife nós paramos quinzenalmente para fazer estudos com os professores, e ultimamente o tema dos estudos tem sido arte. está sendo muito bom. é um momento que temos para sensibilizar o professor e tentar mostra a eles a importancia de trabalhar esta disciplina. trabalhamos artes visuais, teatro, música, dança, etc. o estudo foi tão bom que influenciou na escolha do tema da feira de conhecimentos. cada turma vai trabalhar um artista e suas obras.

abraços!

Elizete Aikawa Padilha

Com a regulamentação do ensino da Arte no 1ª e 2ª ciclo do ensino fundamental acreditei que finalmente aconteceria a tão decantada mudança na concepção de ensino/aprendizagem nesta área, que carrega em sua trajetória uma desvalorização explícita. Infelizmente nada mudou, acredito mais do que nunca que não é só com "canetadas " de nossas autoridades que vamos vislumbrar mudanças neste campo tão sofrido da educação.

Os professores primários continuam entregando folhas mimeografadas com imagens relativas as datas comemorativas para as crianças colorirem e ainda te pedem para "ensiná-los a pintar certinho, dentro da linha"! , pois muitos não conseguem fazê-lo.

Valha-me Deus! Até quando vamos ter que vivênciar situações feito essa?

Minha pesquisa de Mestrado está discutindo esta questão, situação que me incomoda muito: o descompasso entre ações pedagógicas do especialista em Arte e a concepção da mesma do PBI.

Abraços a todos!

Elizete Padilha

Santa Isabel, S.P.

Maria De Jesus Dantas Cartaxo

Trabalho em duas escolas, uma pública (5ª à 8ª e 1° ano médio) e outra privada (1ª à 4ª série) e sinto na pele a grande diferença que existe entre uma e outra.

O esforço que é preciso fazer na escola pública é enorme pra que vc possa motivar os alunos a estarem em sala de aula, pois eles entram e saem quando querem, assistem aula quando querem. No momento que decidem que não estão mais afim de assistirem a aulas do dia, vão todos embora, seja em que horário for, você chega na sala e não tem aluno, tenho procurado ao máximo levar aulas estimulantes, pois são alunos adultos em sua maioria e dizem logo de cara: "arte não reprova" e é essa a concepção que tento tirar deles, que a arte deve ser prazeroza e não uma pedra no sapato

Maria De Jesus Dantas Cartaxo

Falei tanto que esqueci de me identificar, apesar de meu nome ser Maria de Jesus, todos me conhecem por Jija e moro em João Pessoa-PB.

Um abraço a todos!

Jija

Carine Rossane Piassetta Xavier

O ensino da Arte no século XXI está tomando um rumo muito importante, nós educadores somos os glutinadores da nova visão da arte na escola. Se observarmos alguns anos atrás iremos lembrar que a arte fazia somente parte decorativa ou mesmo com significados superficiais. É claro que essa mudança é paulatina, mas para ter uma sustentação forte assim que deve ocorrer.

Acredito que é merito de todos nós arte-educadores que com o fazer artístico estamos mudando o futuro do nosso aluno-artista- espectador.

Um abraço,Carine

Regina Fraga Oggioni

Meu conhecimento sobre as Leis, Resoluções e Pareceres é restrita. Gostaria de saber,   Silvia,  se você vai expor esses itens no fórum e discutir cada um. Para mim pessoalmente, esse esclarecimento é fundamental. Para discutir com profundidade um assunto é preciso, no meu entender, conhecimento de causa. Sem isso nossa contribuirão não será válida. Esse conhecimento deve fazer parte da competência do professor.

 

Um esperançoso abraço

 

Regina Oggioni

 

 

Márcia Aparecida Silva Dos Santos

Olá, professores.

Meu nome é Márcia, sou estudante de artes e pesquiso a formação inicial do professor de artes, por isso  quero lançar algumas perguntas com o intuito de refletirmos sobre este tema. Penso que para discutirmos sobre esta temática é necessário saber as mudanças que ocorreram na legislação desde a promulgação da LDB-9394/96, saber o que mudou? O que significam estas mudanças? Quais conceitos foram substituidos? E por quais foram substituidos?

O que vocês entendem por políticas públicas?

Este assunto fez parte de sua formação na licenciatura?

Vocês já leram os PCNs?

O que entendem por polivalência?

Espero que estas perguntas provoquem muitos outros questionamentos, que nos ajudem a pensar o ensino de arte no Brasil.

Abraços

Maria Do Socorro Araujo Cavalcante

         Sou arte educadora em uma escola pública estadual .Não concordo com a polivalência em arte educação no que se refere a dança.Acho mais apropriado ao prof. de EducaÇão Física, pois ele trabalha a parte física , conhece o funcionamento do corpo.No caso do arte educador ,poderá trazer transtornos físicos irreparáveis  para as crianças, com posturas erradas.Será  essa a educação que o Brasil quer?Que absurdo!Já trabalhei com polivalência e acho que não foi proveitoso.Acho que  contextualizaçào é o ideal.Primeiro deveriamos ter condições de trabalho com sala ambiente, material didático , apoio pedagógico e respeito pela disciplina.Isto na maioria das escolas não existe.

Nara Salles

enquanto não resolvermos o probelma do espaço físico nas escolas públicas  É impossível melhorar a qualidade do ensino, cada escola precisa ter uma sala de aula para que seja ensinada a disciplina artes,em sua linguagem específica seja teatro, dança,música ou artes visuais, claro que por um professor especialista da linguagem, nada de polivalência

Como poderemos resolver o problema do espaço??

provavelmente unidos, talvez na FAEB, pressionandopara que tenha uma lei que obrigue aisso, porque se esta lei JAMAIS isto acontecerá, precisamos intervir,mas institucionalmente através da FAEB e com o apoio do Arte na Escola,espero!

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