Forum
Monica Kondziolková

Olá Professores,

 

Sejam todos bem-vindos a este Fórum, que pretende discutir sobre a construção de uma proposta curricular em Arte. Este tema foi abordado em artigo pela professora doutora Silvia Sell Duarte Pillotto na edição 49 do Boletim Arte na Escola. Silvia Pillotto é professora titular na Universidade da Região de Joinville, doutora em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina, mestre em Educação pela Universidade Federal do Paraná e especialista em Fundamentos Estéticos para a Arte na Educação pela Faculdade de Artes do Paraná. Ela é autora de vários livros publicados (dentre eles: A arte como propulsora da integração escola e comunidade; Linguagens da arte na infância e Arte, Educação e Cultura, lançados em 2007) e estará moderando esta discussão. "Quem decide quais conteúdos a serem trabalhados? Professores, secretarias de educação, escolas, estudantes?" são perguntas que ela procura responder e que, desejamos, incitem e aqueçam este fórum!

 

Abraços,

 

Monica Kondziolková

Coordenadora Comunicação

Instituto Arte na Escola

Cleidi Marília Caivano Pedroso De Albuquerque

Olá Silvia

Como está Portugal? E você? Sei que estás trabalhando sobre educação infantil discutindo temas importantes como a questão avaliativa. Nossa! Como é difícil avaliar no momento que tentamos abordar quais seriam os conteúdos de arte para as diferentes fases e como pensá-los dentro de Propostas Políticas Pedagógicas. Bem, creio que estas questões remetem ao contexto de cada um de nós porque penso que uma das ações fundamentais é relacionar aquilo que chamamos "conteúdo" com o contexto onde nos inserimos. Porém, vejo a necessidade de repensar o próprio termo "conteúdo" pois, sempre remeto-me a Paulo Freire que fala da "educação bancária". Creio que discutir políticas públicas passa também pela discussão daquilo que prefiro entender como territórios da arte, os quais abarcam uma série de assuntos que se deslocam pelos vários níveis de ensino. Poderíamos pensar sobre isto?

Abraços

Elaine Schmidlin 

(Pólo Arte na Escola/UDESC)

Silvia Sell Duarte Pillotto

Olá Elaine;

É sempre muito bom falar com você! Pois é, estou em Portugal, fazendo Pós-Doc na Universidade do Minho no Programa "Estudos da Criança", sob a orientação do Prof. Drº. Manuel Sarmento, e, portanto transitando na área da infância e da arte. Com relação as questões que você levanta, concordo plenamente. Penso que estamos num momento que necessitamos buscar caminhos outros...Conquistamos alguns espaços no currículo, mas, a grande questão é: somos mesmo uma disciplina ou uma área de conhecimento? Trabalhamos com conteúdos ou desenvolvemos reflexões conceituais? Nesse sentido, penso que é de suma importância que as universidades juntamente com as secretarias de educação desenvolvam um trabalho compartilhado, buscando caminhos outros, para além dos que já trilhamos.

Beijos;

Silvia

Jose Sávio De Oliveira

Boa noite

Sou o prof. Sávio e leciono Arte na rede municipal de Campo Grande MS.

Considero importante o tema já que não temos uma proposta curricular (real e satisfatória) em arte.

Não posso aceitar por exemplo uma proposta que vem de cima para baixo com conteúdo muitas vezes desvinculados da realidade ou conteúdos que esquecem a importância da arte popular, da arte regional, pois lá está as raizes da história de um povo. Não posso falar de um pintor italiano ou mesmo brasileiro sem falar do pintor do meu Estado. Em suas obras está contida nossa história e isso é fundamental.

Considero as Artes uma área muito importante para ser muitas vezes jogadas sem direção aos nossos educandos.

Posso estar errado em minhas considerações, mas é o que penso. Portanto a troca de idéias a esse respeito será com certeza muito interessante. Num forum como este, que alias já participei de vários, a gente aprende muito. Descobrimos acertos, erros e caminhos.

Boa noite

Daniela Linck Diefenthäler
Olá Sílvia!

Que bom em te ver por aqui novamente! A primeira vez em que conversamos no fórum do Arte na Escola havia sido selecionada para o Mestrado, e agora, nesta segunda vez, estou com a banca de qualificação marcada! E melhor, com a sua presença em minha banca!!!

Nestes últimos tempos estou muito ligada às discussões sobre a infância e o ensino de arte, o que tem contribuido muito para rever práticas pedagógicas e pensar a respeito do que pode ser proposto para a construção da visualidade infantil, que vá além dos esterótipos...

Acho pertinente seus apontamentos no artigo no Boletim Arte na Escola, e penso que a proposta curricular em Arte deve ser pensada com muito carinho e preocupação, inclusive na Educação Infantil e Séries Iniciais. Uma proposta que possibilite a ampliação do repertório visual infantil, a experimentação com diversos materiais, a reflexão sobre o contexto cultural  social em que estamos inseridos. Enfim, quando pensamos em organizar uma proposta curricular em Arte, nossas idéias ficam fervilhando em nossas cabeças.

Vamos continuar trocando idéias neste fórum, pois penso que é assim que podemos organizar outros olhares sobre o já visto...

Um beijão

Daniela
Luciano Buchmann

Oi SILVIA, stá lá? Bom sabê-la em terras dos nossos, OhPÁ! .

Esse negócio de proposta curricular precisa ser bem pensado. Aqui em Curitiba, apesar de minhas críticas, houve discussão da SME e (ao menos) existe uma proposta a ser seguida pelos professores. É por ciclos, atende as normas da Secretaria e as federais também. O que me angustia, mais que as suas origens ou as ideologias a que serve, como todo currículo, é ela não ser compreendida pelos profissionais que na grande maioria não possuem formação na área, e não dispõe de tempo nem tesão para estudá-la e atende-la.

Caso alguém tenha interesse em olhar a proposta, ela está on line , www.cidadedoconhecimento.curitiba.org.br

beijos, luciano buchmann

Girlene Carvalho Dos Santos
Olá Silvia!

Saudades. Desejo que estejas bem e produzindo muito.
É um imenso prazer participar deste fórum com a sua mediação.



A escolha deste tema para discussão neste fórum é, não só, importante como, também, muito pertinente.

Primeiro pela obrigatoriedade do ensino de Artes no Ensino Básico (LDB 9394/96); segundo, pela necessidade de se definir uma proposta curricular para o ensino de arte a nível, meso e micro; terceiro, pela urgência em discutir, o que a própria doutora Silvia Pillotto ressalta: se Artes é uma disciplina ou uma área de conhecimento e, em quarto, mas não último, alargar e evidenciar a discussão sobre os propósitos e efeitos do ensino de Artes no Ensino Básico brasileiro.
Com efeito, encontrar respostas as questões que emergem dentro e fora da sala de aula. Tais como: Quais conteúdos, conceitos ensinar em Artes? Como avaliar a aprendizagem dos alunos em Artes? Quais os propósitos e fins do ensino de Artes nas séries iniciais? Qual efeito se espera na aprendizagem dos alunos? Qual a melhor metodologia para avaliar a aprendizagem dos alunos em Artes? E quais são os instrumentos que favorecem a recolha de dados para avaliação? Quais são os referenciais e critérios de avaliação? Qual a relação entre currículo, avaliação e formação inicial e continua dos professores de Artes e a escolha dos conteúdos a ensinar e a aprendizagem a avaliar?

Na busca de respostas e/ou de problematizar e analisar tais questões é preciso pensar na construção de uma proposta curricular em artes que ultrapasse a caneta e o papel. Pensar e desenvolver um currículo que privilegie o conhecimento em ação, o desenvolvimento de uma cultura de gestão e auto-gestão da aprendizagem que influencie e fomente a transformação de uma proposta e modelo unilateral e disciplinar de currículo, no qual sujeito, espaço, tempo e conhecimento não dialogam para uma proposta curricular integrada não só na dimensão relativa às áreas de conhecimento, mas, também, das políticas educativas e dos processos e práticas avaliativas.

Para tanto, é necessário ouvir e dar voz aos professores e alunos numa discussão dialógica e construtiva para elaboração de um currículo “vivo” e dinâmico que privilegie o conhecimento contextualizado, os sujeitos do processo educativo e da aprendizagem tirando, assim, o foco do conteúdo, da nota como produto e produção de existência do conhecimento formal.
Pensar em avaliação, necessariamente, requer pensar os sujeitos, os espaços, os conhecimentos, os instrumentos, os dados recolhidos, as formas e meios de tratamentos dos dados e principalmente a comunicação das interpretações feitas sobre os dados recolhidos para informar aos sujeitos avaliados.
Pensar avaliação em artes é ultrapassar e transgredir as regras da objetividade, não é objetivar o subjetivo, mas tornar está dimensão tangível aos sujeitos da aprendizagem e do ensino. Assim, a avaliação deve ser feita em favor do avaliado, para ele e por ele a partir de regras claras e explicitas, de referenciais adequados e justos.




Girlene Carvalho dos Santos
Doutoranda em Educação - UMINHO/PT.
Linha de Pesquisa: A Construção teórica e prática do currículo em contextos formais, informais e não-formais - Centro de Investigação em Educação - IEP/UM-PT.
Silvia Sell Duarte Pillotto

Olá pessoal (Luciano, Ana, Daniela, Sávio)

Concordo com todas as questões levantadas por vocês, e, penso que mesmo em contexto diferentes em alguns aspectos sofremos as mesmas crises, angústias, dúvidas e uma vontade louca de mudar algumas questões relacionadas ao ensino da arte. È verdade Luciano, é preciso lidar de forma séria e comprometida com os processos que envolvem uma construção curricular, e, na minha opinião esse processo só faz sentido de fato e de direito qdo todos se sentem protagonistas dessa história. Isso senti muito na Proposta Curricular construída no município de Gaspar, em que os professores eram os verdadeiro protagonistas. Embora, como cita Ana, existe todo um processo tbém político em que o jogo do poder está presente, mas, precisamos saber lidar com isso tbém, faz parte. Daniela, que bom vê-la novamente nesse Fórum. Saiba que é um prazer enorme poder participar de sua Banca de Qualificação, especialmente porque sei que você é uma pessoa comprometida com as questões da Arte na Educação, especialmente no contexto da educação infantil (ps. minha paixão), Sávio, é um prazer conhecê-lo e compactuo com as suas colocações. É preciso que nas Propostas Curriculares as questões referentes ao nosso contexto, a arte popular, o artesanato, as minisfestações culturais, enfim, todas as formas de pensar e fazer arte devem estar presentes, não apenas no documento, mas, principalmente em nossas práticas e em nossa autonomia como profisisonais da educação. E como afirma Ana, em nossos conceitos, ideologias, vontades...    

Silvia Sell Duarte Pillotto

Olá Gil;

Que saudades, que bom vê-la em nosso Fórum! Faltou colocar a sua foto, heim? Gil, aproveito a ocasião que é pública para dizer o quanto foi significativo conviver com você em Portugal. Aprendi imensamente, especialmente com relação as questões da avaliação e da legislação. Fica aqui o meu agradecimento público!!!!! É verdade Gil, temos a LDB 9192/96 com artigo especifico sobre a legitimidade da Arte no currículo, embora, as interpretações sejam diversas e sempre atreladas as questões políticas. De toda a forma, precisamos legitimar e dar voz aquilo que já está garantido por Lei. Qto a dar movimento e vida ao currículo, depende de todos nós. Concordo Gil, de nada adianta o papel se não materializarmos nossas concepções em práticas educativas. Nesse aspecto, preciso reiterar a necessidade da participação dos professores, alunos e gestores no processo de construção permanente do currículo. A avaliação (sua atual paixão) está presente nesse processo, pois um currículo em movimento precisa dos processos avaliativos constantes, ou seja, a avaliação é currículo!!!Agora, Gil, a avaliação no ensino da arte dá pano para manga, seria um tema e tanto para um próximo Fórum!

Beijos atlânticos.

Silvia     

Edson Da Silva
Compartilhantes,

Atuo na cidade de Santo André, onde estamos a construir a proposta curricular, concebendo Artes enquanto conteúdo-linguagem, na abordagem das Linguagens Geradoras conceituação por Gabriel Junqueira de Andrade Filho.

Conteúdo-linguagem pois é instrumental, há uma proposição que é organizada pelos educadores, Equipes de coordenação orientada pelas diretrizes da Secretaria de Educação da Cidade que nas interações com as crianças este universo vai sendo ampliado e realimentado por novas aquisições não previstas, que passa a compor e ser também conteúdo-linguagem agregado, sempre em movimento e renovação.

Bem, por ora, é isso...


Abraço Curioso!
Edson da Silva
Mirosete De Faatima Macedo
Ola! fico muito feliz em poder participar deste foro que é de grande importância para nós educadores do ensino da arte, a proposta vem de encontro com as nossas necessidades o tema é importantissimo e espero poder somar neste forum. Sou de Criciúma- SC
Mirtes Angela Moreira Silva

Olá Silvia!

Meu nome é Mirtes, sou professora de "Arte/Artes".

Estamos na Rede Estadual de ensino do ES (re)elaborando as Diretrizes Curriculares Estaduais. Iniciamos a discussão em 2003, com a participação dos professores da Rede, elaboramos as ementas por disciplina e agora estamos discutindo a Diretriz.

Muitas reflexões surgem, principalmente no ensino da Arte, como a questão da obrigatoriedade, nº de aulas, formação do professor, conteúdos a serem trabalhados, avaliação.

A busca é constante, e percebemos que respostas teremos que construir com a participação de todos os profissionais da educação.

Espaços como esse ajuda-nos na construção de nossas buscas.

Mirtes

Jackson Costa Ferreira

Sou Professor jackson Costa Ferreira.

Olá, caros colegas!!!

Este ano estou trabalhando em três instituições de ensino nos níveis fundamental e médio.

Duas escolas me cobraram o Plano de Ensino, sendo que uma é apenas 1º ano do nível médio, na outra de 5ª a 8ª... Consegui formular um currículo para o primeiro ano, em base experimental...  

Porém, pelo tempo curto e pela exigência dos técnicos acho que é dificil... Precisaria pesquisar blibiografias que acrescente a discussão, que favoresçam a formulação do programa e apoio técnico...

Na escola do município de Castanhal que trabalha só o Fundamental instaurei um laboratório no qual no prazo de 4 anos no mínimo terei um ideal de programa, estou no segundo ano e já tenho base para as oitavas series  e sétimas... minha dificuldade maior é que sou um dos poucos Licenciados em Música, e a maioria das discussões sobre conteúdo é voltado para artes visuais... 

Além de programas será interessante a criação de livros didáticos não superficiais, mas que proporcionam uma base de trabalho... e que propicie a adaptação de acordo com a região cultural no qual se desenvolve educação em arte...       

Itamar Alves Leal Dos Santos

Olá Mônica, olá Sílvia, saudades...

Olha eu aqui novamente, sou a Yta - Itamar, agora diretamente de São Paulo.  Atualmente trabalho com alunos desde o 1º ano até o 7º ano do Ensino Fundamental (aqui na rede Municipal de São Paulo, divididos em dois Ciclos - Ciclo I - de 1º ao 4º ano, e Ciclo II também do 1º ao 4º ano - antiga 5ª a 8ª). Também trabalho com formação continuada de professores (a distância). Vamos a nossa reflexão:

"Quem decide quais conteúdos a serem trabalhados? Professores, secretarias de educação, escolas, estudantes?"...

Na rede Municipal de São Paulo, recebemos os Referenciais, que o próprio nome já diz, deve servir de referência... isso é... teoricamente deve servir de referencia, mas na prática, quando os alunos forem participar dos "provões" o que está ali no referencial poderá ser cobrado daquele aluno, então, fica complicado para o professor não trabalhar dentro do que foi proposto. O problema é que o que está proposto nos remete ao que fazíamos com a 5692/71. Claro, na fundamentação consta o PCN, mas quando olhamos o que está previsto... imaginem no 2º ano, temos 58 (cinquenta e oito) ítens para serem abordados. Alguém pode dizer: mas não é obrigatório abordar tudo... tá, e se não abordarmos, como fica o nosso aluno que não passar por tudo 'aquilo'? 

Normalmente reclamamos, eu pelo menos sempre reclamei, que Artes no Ensino Fundamental são apenas 02 aulas com especialista. No Ciclo I - continuamos com 02 aulas, só que 01 é dada pelo professor da turma (o professor polivalente - aquele que trabalha: História, Geografia, Ciências, Matemática, Português e ARTES) e a outra aula é dada pelo professor especialista, ou seja, apenas 45 minutos por semana para trabalhar com o aluno.

Entra outro problema sério... O professor que trabalha 25 horas com o aluno, terá no lugar de 12 turmas, como sempre foi (duas por classe), um número bem maior de turmas, por exemplo: 19 turmas (é o meu caso)... Pergunto, como fazer seriamente um trabalho de Artes, ou de outra disciplina qualquer, com mais de 700 alunos passando na sua frente toda semana?

Mas temos um consolo, o Referencial foi elaborado por um grupo de professores que trabalham na Rede Municipal, que conhecem bem as linguagens de Música, Teatro, Dança e Artes Visuais. Vale a pena dar uma olhada na Bibliografia que foi pesquisada para a elaboração de todo o Referencial, bem como nos dois documentos, o do Ciclo II que é específico de Artes, e no do Ciclo I que Artes figura junto com Educação Física.

Espero ter contribuido.

Abraços

Yta

email e msn yta_sp@hotmail.com

Maria Celina Dias

um olá para todos

Sou professora de Arte da rede de Escolas Públicas do Estado de Minas Gerais.

Graças aos deuses do Olímpo  tenho a felicidade de poder fazer a minha proposta para as aulas que ministro.

São 31 anos e como não tenho a carreira definida penso que ficarei mais alguns anos para  conseguir um salário digno.

Trabalho com alunos do ensino fundamental e médio e tenho como principal objetivo nas minhas aulas fazer com que eles precebam que o hoje é construído minuto por minuto por ele.

Que a viagem que ele faz está entre o real e o imaginário.

Penso que tenho conseguido pois nesta quinta feira passada recebi o título de "Professora Maluquinha"

Quer maior privilégio para uma professora de Arte? Receber este título?

A proposta que desenvolvo já passei para vcs em outro momento.

Penso que posso continuar

Abraços a todos

Patricia Weitzel

Oi,

    Como é a primeira vez que participo, fiquei feliz de saber que alguns professores de Arte pensam ou passam o mesmo que eu. Mas fico triste também ao saber das mesma dificuldades.

Sou formada na área pela U.F.J.F, já leciono a 13 anos e vejo que a cada ano que passa estamos tentando discutir a valorização da disciplina diante da SEE ou rede particular onde leciono.

Recebo para o ano letivo dois livros sendo um por semestre para ser trabalho nas séries, além de perceber que não se encaixa na realidade dos alunos, tenho que concluir os dois livros e ao mesmo tempo mesclar com  prática, sendo que tenho 01 aula por semana e não possuio uma sala apropriada que comporta 30 alunos desde 6 anos até15 anos.Isso tudo em apenas 50 minutos.É uma loucura!!!!

Um abraço

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