Forum
Simone Cristine Vanzuita
Acho de suma importância a temática sobre arte e a inclusão, já que é uma realidade a inclusão dos alunos com necessidades especiais em nossas escolas.
Sou professora em escola municipal em Curitiba e na escola que trabalho há alunos com síndrome de Down  , autista , paralisia cerebral , cadeirante , deficiente visual.
Muitas vezes enfrentamos alguns desafios , mas a arte aproxima e  contribui para a interação e sensibilização desses alunos ,porque todos  inclusive as pessoas portadoras de deficiência tem o  direito a uma educação de qualidade.
Simone Cristine
Larissa Antonia Bellé

Na escola em que atuo em Santa Catarina, tem alunos com diversas deficiências e uma profissional chamado de "segundo professor" para acompanhá-los o tempo todo. Porém, percebo, que alguns profissionais se deslocaram das Séries Iniciais, pois são formados ou estão cursando Pedagogia, para esta área, porque segundo eles, não há o compromisso com a turma toda e se tornam meros cuidadores.

Muitas vezes digo que a eles que o aluno deve fazer as atividades do "seu jeito", quando me distraio e vejo, o segundo professor está fazendo tudo pelo aluno. Não sei até que ponto, este profissional está agindo da forma certa e que tipo de formação está recebendo.

Lanço aqui, a questão de como anda pelo Brasil esta situação, de outro profissional que deve acompanhar o aluno e auxiliá-lo, porém, deixá-lo avançar segundo suas capacidades e limitações.

E também, como anda a legislação, se está sendo cumprida sobre a existência deste profissional na sala de aula, e o número limite de alunos com deficiência na sala.

Convém ressaltar que temos em nosso corpo docente ótimos profissionais que desenvolvem um excelente trabalho junto a estes alunos e que realmente preparam aulas e materiais nos auxiliando na condução do ensino aprendizagem a estes alunos.

Ótimo tema este fórum!

Abçs.

Maria De Lourdes Batista
Quero agradecer o convite, é um tempo pertinente. Sou professora de Arte na rede estadual, tenho uma aluna em uma das  turmas. A inclusão é um desafio, mas tenho tentado, penso que isso  já é tudo, é te-los em sala de aula é bom. O diferente causa algum constrangimento na turma, mas aos poucos vamos encontrando meios para inseri-los no contexto da sala de aula e de forma especial na aula de arte. O material para essa aluna, é o mesmo que utilizo com os demais, apenas ela possui uma necessidade especial dentro das atividades. Além dos hiperativos, e outros transtornos. Penso que falta na escola psicólogos no seu cotidiano.
Rosane Gayeski Rosa
Carmen Capra escreveu:
Rosane Gayeski Rosa escreveu:
Olá! não tenho alunos de inclusão em minhas turmas, mas estou terminando a pós graduação em Neuropsicopedagogia e Educação Especial Inclusiva. Estou escrevendo meu artigo de conclusão sobre a experiencia estética do cego e a relação do cego com o desenho. Gostaria de relatos de experiências de pessoas que já trabalharam com alunos cegos para enriquecer meu trabalho. Alguém pode me ajudar?
Oi Rosane. Lembrei do fotógrafo cego, francês, Evgen Bavcar.
:)


Obrigada!
Teresinha De Bastiani Twardowski

Olá Profª Sinara e colegas participantes

Sou professora contratada no Estado do Paraná – Cidade de Bituruna. Atuo em uma  única escola com 40 horas semanais (Ensino Fundamental/Final e Ensino Medio também). Minha formação  é  em Artes Visuais pela UnC/Canoinhas e estou formada há dois anos. É com grata satisfação que participo deste fórum e sinto-me lisongeada pelo convite

Antes de iniciar os comentários referentes aos questionamentos sinto-me no dever de parabenizá-la pela iniciativa de abordar um tema tão vasto, polêmico e presente nas nossas vidas de professores.

Tenho sim alunos com necessidades especiais “incluídos” em algumas das minhas turmas, e em geral, procuro apresentar maneiras e possibilidades diferentes a esses alunos, embora as dificuldades que encontro em minha realidade sejam de aprendizagens não diagnosticadas, as ditas DA. Procuro ler a respeito, fazer cursos ou estudos relativos ao assunto na tentativa de compreender melhor e buscar outras possibilidades. Iniciei em marco/2011 uma Pós-Graduação em educação especial, a qual tem me trazido muitas informações e esclarecimentos. Tem sido de grande valia, isso posto, que no curso Superior não houve nada voltado especificamente a Educação Especial, apenas comentários avulsos entre uma disciplina e outra.

Imagino que essa seja mais uma possibilidade de incrementar conhecimentos e valorizar minha prática docente para a posteridade.

Obrigada pela oportunidade.

Até Breve

Profª Tere

Enio H De Souza
Sim tenho alunos inclusos e também estudantes com necessidades especiais. No terceiro semestre (2009) do meu curso eu entrei em sala de aula, que lugar sensacional, comecei com as turmas do quinto ao sétimo ano, ate aqui tudo bem, ao se passar a primeira semana, deparar-me-ei com a Thais (nome fictício),ao iniciar a contextualização do objeto de estudo daquele bimestre,observei que a Thais começava a escrever e logo parava,assim foi com a escrita bem como a produção gráfica de observação,estamos falando sobre uma turma de sétimo ano,sequer um único risco saiu da ponta do lápis que estava segurando.Quando ao ver meu espanto, um colega da sala relatou que a Thais era assim mesmo,”professor ela fica ai sentada,na faz nada.”Sem segundo professor e auxilio psicológico dentro da unidade de ensino e o que e de pior não fui comunicado da situação da estudante,pela sensibilização, amabilidade, fui buscar informações,pouco consegui pois a escola tem 1350 alunos e ficava difícil dar atenção necessária a Thais e os pouco que deram foi muito sucinto por não terem o devido conhecimento, enquanto a turma estava fervendo na produção de estudos artísticos,sendo solicitado pelos que produziam, acabei me distanciando da Thais,pelo seu silêncio, e quando senti a ausência da Thais, veio o quão é importante e necessário o estudo pelos educadores em geral sobre o desenvolvimento humano. ADAPTAR foi a palavra para a ação, adaptar as técnicas das Artes Visuais, para a socialização e auxilio na coordenação motora das pessoas com necessidades especiais.Durante a minha formação tivemos uma breve conversa em sala de aula pois o tema era inclusão,como centro do dialogo, a raça,condição social.O que sei, foi vivenciando e conversando com professores especializados e psicólogos da área, diante desta situação fui para Educação Especial,observar e por conseguinte aprender a se portar diante da situação de ter um estudando com necessidades físicas e cognitivas, faço minhas pesquisas de adaptações das técnicas para o bem estar social do estudante com necessidade física , cognitiva ou múltipla,dentro dos limites de conhecimento das síndromes,pois é difícil mesmo com segundo professor se este não for capacitado para auxiliar, pois o atendimento requer disciplina rigosidade na relação com o estudante, e método de ensino por parte do mesmo adaptado a necessidade ,assim nas suas ações consegue obter a atenção e viabilidade comportamental ,proporcionando ao aluno o prazer de conhecer, vivenciar e produzir Arte.Lembro ainda que o tempo de internalização é bem diferente,dentro de uma sala de aula da educação básica. Hoje atuo na Educação Básica e Especial. Paradigmas da Educação Especial: uma responsabilidade compartilhada.Revista Brasileira de Educação Especial.Linguagem e desenvolvimento intelectual na criança, Odovich Luria.Comecei a ler Diagnostico diferencial dos transtornos abrangentes de desenvolvimento.Assunpção Jr. Transtornos invasivo de desenvolvimento. 3º milênio Brasilia.
Julieta Cristina Santana Nóbrega

Muito importante que essa discussão seja feita, não temos formação, mas temos que lidar com uma realidade onde temos que nos virar!!! A troca de experiências é muito importante.

Tenho diversos alunos de inclusão (DPAC, dislexia, cadeirantes, hiperatividade) e em breve receberei um cego, por enquanto tenho flexibilizado as atividades em tempo e arte-final, mas vou acompanhar essa discussão pois gostaria de ter caminhos mais sólidos para percorrer.

Sinara Maria Boone
Daina Leyton escreveu:
Olá, Em primeiro lugar gostaria de agradecer o convite para essa discussão tão importante. Muitos avanços por um lado, e por outro ainda há falta de preparo e orientação. Eu concordo que o campo das deficiências e das "necessidades especiais" é extremamente abrangente, mas existem muitas iniciativas, projetos e ações que podem inspirar, orientar e auxiliar. Acredito que trabalhar com a diversidade significa estar "preparado para se despreparar". Aprender a descrever uma imagem para alguém que não enxerga. Investigar novas formas possíveis de comunicação. Perguntar para a pessoa (aluno) como ele quer ser ajudado... Isso porque cada um é um: assim como nós, todos têm suas habilidades, dificuldades e preferências. Dessa forma, existe sim muita informação rica a ser compartilhada, mas é essencial entender que o que sempre estará em foco é a dimensão humana. Para começar, compartilho um filme realizado em um dos projetos do MAM-SP, sobre o tema da educação e a surdez. O filme foi desenvolvido pelo Corposinalizante: um grupo de pesquisa e criação artística que une jovens surdos e ouvintes. Considerando a dimensão pública da arte, o grupo desenvolve projetos culturais, documentários, performances e intervenções poéticas que dão visibilidade à identidade surda e à sua cultura. Segue o link : http://www.youtube.com/watch?v=SE9zdOmHSbQ

Olá Daina! O prazer é nosso em poder contar com a sua experiência!  Assistindo ao vídeo, vieram muitas idéias na minha mente... uma delas é sobre a importância das pessoas se darem conta de que o Caminho para a Inclusão é o da Aceitação.  No semestre passado, tive o privilégio de conviver com alunos Surdos em uma disciplina de Ouvintes, e aprendi muito sobre respeito, diferenças e lingua.  A língua dos Surdos é diferente da nossa...escrevem de uma maneira diferente, nos lêem sob outra ótica.

Eu até me saí bem com eles e acredito ter ensinado muito sobre Arte, mas confesso que tive que fazer uma série de investimentos e adaptações ao material de estudo. Providenciei legenda nos vídeos que mostrava(que não tinham), adaptei algumas atividades de leitura que dificultavam muito a compreensão de termos específicos que não eram compreendidos da mesma maneira. Me senti em outro país, onde eu é quem fui me readaptando à lingua, à cultura Surda. A minha sorte foi poder contar com o apoio de uma intérprete!...  e concordo vom você que Projetos culturais, documentários, performances artísticas sobre o tema incluem... e revelam identidades específicas, facilitando a compreensão e aceitação da sociedade.   

Barbara Cristina Prestes De Oliveira

Olá colegas, essa discussão está realmente muito instigante. Lendo o que o Ênio e a Sinara postaram é possível refletir sobre nossa prática em sala de aula. Quantas vezes "esquecemos" um aluno em detrimento dos outros? Quantas vezes o professor realmente pesquisa e sistematiza seu trabalho de forma significativa?

Pode parecer relapso de minha parte, não sei se minha afirmação encontra a compreensão de vocês. Mas em inúmeras vezes com 40 horas e turmas de aproximadamente 40 alunos, as vezes parece insuportável trabalhar. Por mais que se pense e planeje, não se consegue mais do que a nossa humanidade permite.

Pensando nisso, esse ano larguei uma de minhas escolas. É claro que não dá para "viver" com o salário de 20 horas no estado. É preciso fazer uns "bicos". Mas ainda ssim, o resultado que estou conseguindo é muito bom. Mais tempo para qualificar meu trabalho.

É muito gratificante perceber que nosso trabalho faz a diferença na vida de alguém. Estou salvando os links e sugestões de vocês. Não tenho alunos com deficiência física, mas acredito que todos de uma forma ou de outra encontram nessas salas abarrotadas alunos com algum tipo de dificuldade de aprendizagem, e eles não podem ser esquecidos. Ou fazemos também a nossa parte ou o discurso será sempre o mesmo. Está muito na nossa mão, quer queiramos ou não. 

Andréa Rodrigues Silva
Caras colegas, tudo bem?
Colegas, ver que as angústias de muitas no fórum me trazem uma sensação de estar sendo “incluída” e de que, não sou uma Extra Terrestre da educação e das Artes é ótimo.
Muitos dos questionamentos que foram levantados nesse fórum como: Quais alternativas e modelos? Como nós os profissionais da educação somos, qualidade de trabalho, que recursos materiais usamos etc. Nos fazem refletir nossa prática e ver onde estamos e porque.
Eu, particularmente, encontro muitas dificuldades como profissional para lidar com essas situações. Penso que na Rede Estadual devemos nos qualificar muito mais para essas especificidades e contar com o apoio de psicopedagogos, psicólogos e também psiquiatras. Nas Escolas públicas há uma diversidade de sofrimentos psíquicos grandes e que muitas vezes não reconhecemos afetando a aprendizagem em sala de aula e o nosso relacionamento com os alunos. A grande maioria de professores não sabem lidar com casos de inclusão.
Para mim, ensinar Artes se imprime no campo prático e subjetivo com uma aprendizagem em ritmos diferentes em relação a outras disciplinas. Imaginem para pessoas com dificuldades das mais variadas e complexas?
Em nossa formação acadêmica não nos preparamos para isso e não fazemos estágios específicos para o ensino da Arte com educandos de Inclusão. Ainda não temos uma especialização com essas características.  Vou fazer aqui uma provocação. Vamos tentar pensar em como seria um curso para professores de Artes para o ensino de alunos de Inclusão? Vamos deixar aqui algumas possibilidades de um possível modelo de curso?
Esse fórum pode nos ajudar muito e quem sabe coletivamente acharmos alguma alternativa.
Abraços,
Andréa Silva  
Regiane Souza

Olá?

Sou professora de artes e trabalho na cidade do Rio de janeiro em uma escola privada, onde acreditamos na inclusão, essa escola existe a 52 anos e trabalhamos com a inclusão de surdos.

Atualmente faço pós graduação em Letramento, bilinguismo e surdez (INES), tenho descoberto muitas coisas que vem contribuindo para o meu trabalho, porém os desafios são enormes!

Gostaria de compartilhar minha experiência e receber sugestões de sites, livros, enfim, qualquer material que possa contribuir. Ainda não decidi o tema de minha pesquisa, Também adoraria receber sugestões!

Em nossa escola trabalhamos da ed. Infantil ao 9º ano, a experiência tem sido fantástica, o resultado do trabalho é muito satisfatório, mas sei que preciso melhorar muito, esse assunto, a INCLUSÃO, é muito vasto.

O aluno surdo gosta muito das aulas de Arte, já que é muito "visual", porém quero encontrar caminhos para que a Arte possa ajudá-lo muito mais na aquisição de conhecimento em disicplinas onde as dificuldades são maiores.

Regiane.

         www.inosel.org.br

Glaide De Fátima De S. Freire
Olá para todos. Atualmente não tenho alunos inclusos. Porém acho que Artes é justamente o meio necessário para incluir o aluno incluso"excluso" em sala de aula. O fazer artístico tem que ser prazeroso, tem que dá apetite. Tal qual uma mesa farta que nos chama pelo cheiro e pela arrumação da mesa. O que nos falta é capacitação necessária, sabemos que podemos usar tudo ao nosso redor sucatas, a nossa cultura, mas e a cultura de mundo,. Principalmente nos interiores esquecidos de todos. Onde museu ´´e coisas de filmes na televisão por que cinema não há. porque não podemos proporcionar ao aluno ao menso uma biblioteca virtual em ambiente mais favorável. Seria muito bom democratizar a escola e torná-la mais real e menos superficial. Onde algumas matérias existem no papel e jamais na prática. Educação Física por exemplo retira o estresse do aluno, ajuda no seu condicionamento físico e mental, porém para os alunos do ensino fundamental I, não existe. É justo? Tirar-lhe o que mais lhe dá prazer, as tintas, o pincel ótima terapia tanto para alunos inclusos como para o restante da turma porém cadê as tintas, os pincéis, ou não se pode sujar nada. Acho que falta mais condições e capacitação do que outra coisa. Amor é ótimo sem ele nada existe, porém não é tudo tem que ter material sim. Tem que ter Mozart, entre outros. É mais fácil ter acesso a uma musica duvidosa do que uma de qualidade por que esta ninguém a encontra com facilidade.
Glaide De Fátima De S. Freire
Olá Boa noite para todos O Governo garante o aluno na escola, e nós temos que garantir a inclusão da criança, ou ela se tornará uma excluída na inclusão. E aí será que todos nós estamos preparados realmente?
Vanessa Mandriola

Bom dia a todas, para quem ainda nao me conhece. Sou aluna da graduação de pedagogia bilingue do INES, minha mono falará da importancia da arte no aprendizado da educação infantil e suas contribuições para o desenvolvimento coguinitivo.

Tenho acompanhado a discussão e tenho visto o maior anseio é o desafio com a inclusão, por isso concordo com a necessidade de ter profissionais cada dia mais capacitados para atuar nas escolas, ainda mais agora com essa idéia de inclusão. Mas no entato essa inclusão é importante para os especiais, a questão de estar compartilhando com os outros da mesma "atividade" os faz se sentir melhor.

Além do curso de pedagogia, dou tradutora interprete de LIBRAS, no caso do surdos, vejo uma melhora muito notoria quando eles tem contato com crianças, pais e profissionais que saibam LIBRAS. esse seria o melhor modelo de inclusão onde o aluno nao se sente excluido.

Vanessa Mandriola

QUANTO O TEMA PROPOSTO, CONSIDERO SIM SER MUITO IMPORTANTE PARA O DESENVOLVIMENTO DO ALUNO SEJA ELE PORTADOR DE UMA NECESSIDADE ESPECIAL OU NÃO.

 A ARTE É UMA JANELA DA ALMA  PARA O MUNDO SEGUNDO A AUTORA  MARILENA CHAUI.  POIES É ATRAVÉS DELA QUE O ALUNO APRENDE E APREENDE ALGUNS CONCEITOS DE MUNDO, ATRAVÉS DA EXPERIENCIA, DO CONTATO, DAS ATIVIDADES QUE ESTE ALUNO PODERÁ FAZER REPRESENTAÇÕES E SE COMUNICAR COM O MUNDO.

 OS GESTOS SÃO UMA REPRESENTAÇÃO VISUAL, UMA FORMA DE COMUNICAÇÃO QUE A CRIANÇA UTILIZA NOS PRIMEIROS ANOS DE VIDA O QUE ALGUNS EDUCADORES CHAMAM DE RABISCO SÃO PARA VYGOTSKY 2007 MAIS GESTOS DO QUE DESENHO.  “[...] QUANDO ELA TEM DE DESENHAR O ATO DE PULAR, SUA MÃO COMEÇA A FAZER OS MOVIMENTOS INDICADOS DO PULAR; O QUE ACABA APARECENDO NO PAPEL [...]” (VYGOTSKY, 2007, P. 128).

PARA O AUTOR, OS JOGOS FAZEM UM ELO ENTRE OS GESTOS E A LINGUAGEM ESCRITA. É ATRAVÉS DOS OBJETOS QUE A CRIANÇA CONSEGUE ESTABELECER SÍMBOLOS E ASSIM CHEGAR AOS SIGNOS.

 
SEGUNDO BARRETO (2005) IDENTIFICA DENTRE OS SENTIDOS ESTIMULADOS PELA DANÇA A EXPRESSÃO ARTÍSTICA, A EXPRESSÃO HUMANA, POSSIBILITANDO TAMBÉM A EXPRESSÃO DOS SENTIMENTOS, ALÉM DE REPRESENTAR UMA FORMA DE CONHECIMENTO, COMUNICAÇÃO E SENSIBILIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO, PROMOVENDO O DESENVOLVIMENTO DA CRIATIVIDADE E A LIBERAÇÃO DA IMAGINAÇÃO NA CRIANÇA. POR ESSA RAZÃO CONDIRERO SER INDISPENSAVEL A ARTE-EDUCAÇÃO. 

ARTIGO RETIRADO DO MEU PROJETO MONOGRAFICO. VANESSA MANDRIOLA

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