Forum
Jairo Larroza
Pessoal, estou entrando pela primeira vez. Faço Licenciatura em Música na Universidade Federal do Espírito Santo, mas já trabalho com música para crianças há mais de 20 anos. Quero dizer que fiquei impressionado com o Arte na Escola. Quero participar da melhor forma que puder. A partir de hoje, começo meu DIÁRIO DE BORDO.
Roseli Alves
Olá caros professores! Beloní fique mesmo muito curiosa em ver um dos Diários de Bordo da Juliana! É um show de criatividade. Eu gostei tanto que pedi cópia de um deles. Ando com ele de um canto a outro divulgando. Tem de tudo, até material em 3 D. Aguardamos ansiosos as imagens da JU. Bem vindo Jairo! Legal você colocar sua foto. Que tal colocarmos a nossa, vou começar! Abraços Roseli
Beloní Cacique Braga
Puxa amigos, vocês estão mesmo mostrando a cara heim!!! Ei JU não deixa de mandar as imagens depois que a Roseli contou o segredo do seu diário tenho certeza que todo mundo quer ver. Salve JAIRO! Seja bem-vindo ao nossos espaço. Realmente temos muito que aprender uns com os outros. Espero que tenha vindo para ficar. ROSELi, me aguarde em Sampa... ainda não arrumeia as malas. tem alguma sugestão? TURMA DE OUVINTES/LEITORES O bom do diário é a gente ter um ritmo de particpação. Por isso entre pelo menos uma vez por semana para dize oi. A rede se tece com muitos fios e nós. Você parte importante nessa construção. Abraços a todos e segue a minha cara também.
Marileusa De Oliveira Reducino
Olá garotada do Diário de Bordo, estou quase sem fôlego neste final de ano letivo 2005, mas gostaria de convidar a todos para visitarem a exposição dos alunos do II Ciclo da ESEBA. Sei que é muita pretensão minha, mas fico morrendo de vontade de vê-los circulando por entre estas exposições. Seria muito bom para trocarmos impressões/sensações. O olhar de cada um do Sovaco da Cobra me seria de grande valor, para não dizer do olhar dos outros participantes do Fórum que certamente proporcionariam discussões incríveis. Mas fica aqui o convite, para quem é de Uberlândia e para quem é de longe. Este Panorama de Arte está contemplando o trabalho de Artes das 3 séries do II Ciclo instalados em diferentes locais da Universidade Federal de Uberlândia. O grande mosaico no pátio da ESEBA-UFU, a instalação Corpos que Falam na entrada da Biblioteca do Campus Santa Mônica-UFU e a exposição Olhares e Poiéses (seus últimos trabalhos) no Centro de Documentação Histórica CEDHIS-UFU. Assim que tiver as fotos do evento enviarei para que vocês possam ter uma idéia desses trabalhos. Por enquanto façam uma forcinha para nos visitar ok? Um grande abraço Marileusa
Beloní Cacique Braga
Marileusa, Obrigada pelo convite. Irei pessoalmente encontrar estes corpos que falam e prometo voltar aqui contando tudo que eles disseram para a turma do fórum. Posso fotografá-los? Eles dão autógrafos? De onde surgiu esse projeto? Conta pra gente o der pra se contado é claro!!! Parabéns pelo empenho. Abração pra Soraia. Beloní
Roseli Alves
Marileusa, que privilegio heim! Gostaria muito de visitar esta exposição. Por enquanto só virtualemte, coloque mais imagens para nós pois a amostra está ótima. Também fiquei curiosa em saber como começou este trabalho. Parabéns! Beloní, em São Paulo t em feito calor durante o dia mas a noite a temperatura tem caído um pouco. Pode trazer uma malha básica. Esperamos você por aqui. Um abraço. Roseli
Beloní Cacique Braga
Ei Roseli, obrigada pela dica e previsão do tempo(sorri). Estou super animada. Até breve. Belô
Beloní Cacique Braga
PESSOAL, Estou enviando email para os professores que postaram no Mural do Arte da Escola propondo animar nosso encontro aqui. Por isso enviei para eles uma brincadeira com o movimento para fazer com os alunos. O legal será deixar a meninada criar a partir do que estão vendo. Espero que aproveitem a dica. Por sinal o que mais os colegas vem pedindo são idéias e acho que não custa nada pra gente criar uma rede de trocas. Fica ai o brinquedo. Depois postem aqui o que acharam. Abraços Beloní
Juliana Carvalho Carnasciali
Oi Turma estou sumida porque estou fazendo um curso sobre Cultura afro brasileira... logo mais prometo aparecer com novidades e mostras de meus diários tá...prometo mesmo...beijos...Jú
Beloní Cacique Braga
Oi Jú , esperamos por você ansiosos. E u gostaria de ver seu material pessoalmente. Você tem compromisso na 6ª feira 31/03 pela manhã? Estarei ai em São Paulo. Vamos nos encontrar? Será uma delícia. Abraços Beloní
Beloní Cacique Braga
POVO LEITOR... É isso ai... Tem um povo enorme que visita o Diário e o site e não deixa registro. Puxa gente, escerver aqui e manter a conversa é esforço de todos nós. O que custa deixar uma prosinha escrita... A turma que conversa comigo por email poderia entrar aqui. As conversas por email são tão legais que muita gente vai gostar de participar. Vamos lá pessoal. Abraços a todos Beloní
Dayane De Souza Justino
Belô acredito em vc!!!!!!! Estou torcendo por esta iniciativa!!!!! Boa sorte!!
Beloní Cacique Braga
Encontrei na sessão de artigos desse site um texto do Zabalza. Para ler na íntegra acesse a sessão Artigos e localize-o. vale a pena ler. Depois volte aqui e conte suas impressões sobre o texto. VAMOS EXERCITAR A COMPREENSÃO SOBRE A ARTE E SEU ENSINO?? Abraços Beloní Os diários de classe dos professores Miguel A. Zabalza Escrever o próprio diário de classe é uma interessante atividade para o autoconhecimento e a melhoria do trabalho dos professores. Constitui uma espécie de atividade formativa integral da qual resultam importantes benefícios profissionais. O autor convida a compartilhar as reflexões a seguir sobre os diários de classe. Escrever seu próprio diário é a experiência de contar (o que você mesmo faz) e de contar-se a si mesmo (como duplo ator: o ator que realiza as coisas contadas e o ator que as conta). Experiência narrativa que posteriormente tornará possível uma nova experiência, a de ler-se a si mesmo com atitude benévola ou crítica, mas tendo a oportunidade de reconstruir o que foi a atividade desenvolvida e nossa forma pessoal de vivê-la. Escrever sobre o que fazemos e ler sobre o que fizemos permite que nos coloquemos a uma certa distância da ação e vejamos as coisas e a nós mesmos em perspectiva. Imersos como estamos no dia-a-dia, nessa atividade frenética que nos impede de parar para pensar, planejar, rever nossas ações e nossos sentimentos, o diário é uma espécie de oásis reflexivo. É como retroceder nosso vídeo para pausar a imagem e assim poder rever um pouco mais lentamente essas cenas de nossa jornada que, na azáfama constante da ação na classe, passaram um pouco despercebidas ou simplesmente as vivemos de passagem. Uma jornada de trabalho em que tivemos de responder a muitas demandas (quase sempre de forma simultânea) passa ao acaso. As marcas que deixa são muito débeis, geralmente meras sensações de ter trabalhado muito, de ter tido uma jornada tensa, ou simplesmente de ter sobrevivido. E isso ao final do dia. Em poucos dias, tudo desaparece; as lembranças e as imagens que restam são muito vagas e imprecisas para merecer atenção. Porém, se registramos por escrito nossa experiência, o diário será sua "embalagem", a garantia de sua conservação. E poderemos voltar a ela quantas vezes quisermos para relê-la e reler-nos. E também para refletir a respeito. Isto é o que pode proporcionar um diário. Além do prazer intrínseco de escrever (a que se acrescenta o fato de que se escreve sobre si mesmo, que é sem dúvida nosso argumento mais caro), o diário constitui um processo através do qual se vai acumulando informações sobre o dia-a-dia. Informações que serão valiosas para poder rever todo o período narrado.
Márcia Roseli Ceretta Flores
Olá pessoal! Durante muito tempo tenho acompanhado as discussões deste grupo mas não era possível o acesso. Agora fico muito feliz pois posso participar . Produzir um diário de bordo nem sempre é uma tarefa fácil. Primeiro por que os alunos acham que escrever nas aulas de artes não é bom pois já escrevem muito em outras disciplinas e nas aulas de artes querem liberar o que foi reprimido. Para o professor é um constante desafio, pois precisa repensar constantemente sobre o seu trabalho. Em uma manhã , falando aos professores de artes do município onde moro e trabalho sobre o encontro do ano passado em São Paulo, disse-lhes em uma das falas que o meu trabalho de 2002 contou uma experiência vivênciada com meus alunbos e que até hoje tem continuidade pois preocupo-me muito com a formação de um cidadão crítico e consciente. Hoje eu gostaria de escrever muito mais sobre o meu trabalho, as produções dos meus alunos, sobre as questões da arte em geral, mas me falta tempo. Trabalho em três escolas nos três turnos. O único tempo que tenho para refletir são nos encontros promovidos pela Smed de Ijuí e nos encontros do pólo arte na escola aquí em Ijuí, e através deste espaço. Lembei-me agora do texto escrito pela Virgínia Kastrup "ENSINAR E APRENDER: FALANDO DE TUBOS, POTES E REDES", penso que a educação hoje está muito voltada ao modelo do tubo, ou seja a transmissão de conhecimento. É preciso repensar constantemente este modelo, pois que cidadão queremos formar? Acredito que quando ele pode questionar sobre o que fez, pesquisar, levantar hipóteses haverá uma educação realmente no modelo de rede. A arte, como diz o texto, não transmite informação, mas provoca perturbações. E você educador tem provocado muitas perturbações em seus alunos?
Rosecler Zanella Caldin
Beloni, muito boa essa sua história de diário de bordo, precisamos mesmo trocar figurinhas, também gosto de abordar a cultura local, artistas que contam a história do lugar onde vivemos e eu sou apaixonada uma vez que cai aqui de paraquedas e me apaixonei( aqui é o Acre), na faculdade sou professora de um artista local, fico muito feliz em ser, já que ele é muito expressivo, meio surrecubista, uma mistura de surrealista com cubista. logo que ele me autorizar vou postar trabalhos dele e dos outros alunos. beijo Rosecler
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