O Instituto Arte na Escola, através do Polo Arte na Escola – Univille convidam a comunidade a participar do evento “Arte em Tempos de Crise: Semana de Artes Visuais”, um encontro dedicado à reflexão, à criação e às múltiplas possibilidades do ensino e da prática artística na contemporaneidade. As inscrições acontecem via formulário virtual (https://forms.gle/t5WrzUbBJAoau3Sy7 )
Reunindo palestras, oficinas e experiências imersivas, a programação propõe diálogos entre arte, educação, tecnologia e experimentação, promovendo trocas entre artistas, pesquisadores, educadores e o público em geral.
A programação é gratuita e aberta ao público, com vagas limitadas para as oficinas. Uma oportunidade para quem deseja aprofundar conhecimentos, experimentar novas linguagens e refletir sobre o papel da arte em tempos de transformação social, cultural e tecnológica.
Ao longo dos três dias, o público poderá participar de atividades que atravessam diferentes linguagens e processos criativos, como pintura, gravura, cerâmica, arte e palavra, além de oficinas voltadas à arte e tecnologia com Arduino. A programação também conta com palestras que abordam temas urgentes e contemporâneos, como a experiência estética no ensino da arte e os impactos da inteligência artificial nos processos educativos e artísticos.
“Arte em Tempos de Crise” se consolida como um espaço de formação, escuta e criação coletiva, estimulando novas perspectivas sobre o fazer artístico e os desafios do presente. As atividades acontecem em diversos espaços da instituição, entre auditórios, laboratórios e ateliês, oferecendo ao público experiências práticas e reflexivas em um ambiente de aprendizagem e experimentação.
🎟️ O Programa de Formação de Agentes Multiplicadores em Arte Contemporânea e Cultura Brasileira Periférica faz parte do Plano Anual 2026 – Instituto Arte na Escola (IAE)” – Pronac 253812, aprovado pela Lei Rouanet, com realização do Ministério da Cultura e do Instituto Arte na Escola através da Rede Arte na Escola, com patrocínio master da IBM, patrocínio da Pragma, copatrocínio da BIC e THALES e apoio doo cursos de Artes Visuais da Univille e da Univille.
📣 PARTICIPE!
*Período de inscrições: de 18 de maio a 19 de junho.
Atenção: as vagas das oficinas estão sujeitas a lotação e o critério de seleção será por ordem de inscrição.
📧 Contato: [email protected]
🎓Todos os inscritos serão certificados
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO
🗓️ 17 DE JUNHO (QUARTA-FEIRA)
Oficina: Arte-tecnologia: arduino
⏰ Horário:9h (Turma 1) e 14h (Turma 2)
👤 Ministrante: Diego de Los Campos
📍 Local: Laboratório Maker
📌 Vagas: 40 participantes
Sobre a oficina: O Arduino, plataforma de prototipagem eletrônica de código aberto, é uma ferramenta que amplia as possibilidades de criação artística contemporânea. A oficina propõe uma introdução à arte e tecnologia com foco no uso do Arduino em projetos criativos e experimentais. Ao longo dos encontros, os participantes aprenderão noções básicas de programação, circuitos eletrônicos e integração entre hardware e software, explorando aplicações em instalações interativas, performances audiovisuais, arte sonora, esculturas cinéticas e outras linguagens híbridas. A atividade busca aproximar técnicas tradicionais de representação das novas mídias digitais, estimulando processos criativos interdisciplinares.
Sobre Diego de Los Campos: Formado na Faculdade de Artes da Universidade da República, Uruguai. Desde 1999 no Brasil, foi selecionado em salões de arte contemporânea como o de Piracicaba, Ribeirão Preto, Arte Pará e o Salão de Natal, entre outros. Em 2011 expõe individualmente no Museu Victor Meirelles “Simpatia”, exposição que virou itinerante pelo Sesc de Santa Catarina. Em 2016 expõe no Museu de Arte de Blumenau, na Sala Municipal Vichietti e no Instituto Internacional Juarez Machado, a série “Antirretratos”, e no Masc, “Desenhos de um Real”, 4 mil desenhos feitos em menos de 3 minutos cada, para serem vendidos por um Real. Indicado ao Prêmio Pipa de 2019 e selecionado no Rumos Itaú Cultural 2020-2021. De 2010 a 2020 formou parte do Coletivo Artístico Nacasa onde teve sue ateliê, deu cursos e organizou exposições como o alternativo XI Slalão Nacional Victor Meirelles*. Desde 2020 integra o Grupo Cena 11 Cia de Dança na operação e criações em vídeo e som e na criação e programação de objetos, instrumentos, e mecanismos para cena.
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Oficina: Imersão em pintura
⏰ Horário: 9h (Turma 1) e 14h (Turma 2)
👤 Ministrante: Ricardo Kolb
📍 Local: Ateliê Livre (CAD)
📌 Vagas: 40 participantes
💰 Para esta oficina será cobrado o valor de taxa para materiais. R$20,00 (vinte reais) a serem pagos na entrada da oficina.
Sobre a oficina: Manejo livre de tintas e superfícies nas ações criativas intuitivas. Fazer para se inspirar!
Sobre Ricardo Kolb – É artista visual, designer industrial e terapeuta biodescodificador. Radicado em Joinville desde 1988, construiu uma trajetória marcada pela síntese entre razão e sensibilidade, unindo a precisão do design à expressividade da arte. Autodidata nas artes plásticas, foi diretor e presidente do Instituto Schwanke, contribuindo para o fortalecimento da cena artística catarinense. Sua obra parte de signos do cotidiano e provoca o olhar ao equilibrar lógica e emoção, superfície e profundidade. Participou de inúmeros salões e exposições, entre eles o Museu de Arte de Joinville, o Museu Victor Meirelles e o SESC-SC, sendo premiado em várias edições. Apresentou mostras individuais como Anaeróbios (1995), Arret (2014-2016) e Nada Irreal Existe (2020), mantendo presença constante em acervos e exposições. Vive e trabalha em Joinville (SC).
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Palestra: Coração em chamas: Leonilson, a morte, o desejo
⏰ Horário: 19h
👤 Ministrante: Veronica Stigger
📍 Local: Auditório da Biblioteca
📌 Vagas: 280 participantes
Sobre Veronica Stigger – É escritora, professora, curadora e crítica de arte. Doutorou-se em Teoria e Crítica de Arte pela Universidade de São Paulo (USP) e realizou pesquisas de pós-doutorado junto à Università degli Studi di Roma “La Sapienza”, ao Museu de Arte Contemporânea da USP e ao Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp, estudando, entre outros, os artistas Maria Martins e Flávio de Carvalho. Atualmente, desenvolve nova pesquisa de pós-doutorado junto ao Departamento de Literatura Brasileira da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo. Foi curadora, entre outras, das exposições Maria Martins: metamorfoses e O útero do mundo, ambas no MAM (2013 e 2016), em São Paulo; com Eduardo Sterzi, Variações do corpo selvagem: Eduardo Viveiros de Castro, fotógrafo, exibida em São Paulo, Araraquara, Frankfurt e Guimarães; com Eucanaã Ferraz, Constelação Clarice, no Instituto Moreira Salles (IMS) e com Eduardo Sterzi e Marta Mestre, Desvairar 22 (2022), no Sesc Pinheiros. Entre seus 14 livros de ficção publicados, estão Opisanie świata (2013), Sul (2016), Sombrio ermo turvo (2019) e Krakatoa (2024).
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🗓️ 18 DE JUNHO (QUINTA-FEIRA)
Oficina : Monotipia
⏰ Horário: 9h (Turma 1) e 14h (Turma 2)
👤 Ministrante: Juliana Bender
📍 Local: Laboratório de Gravura
📌 Vagas: 20 participantes por turma
💰 Para esta oficina será cobrado o valor de taxa para materiais. R$20,00 (vinte reais) a serem pagos na entrada da oficina.
⚠️Atenção aos materiais de uso pessoal que deverá ser levado pelo participante para essa oficina:
– Caixas de papelão (retângulos de papelão (30 x 40cm))
– 1 lápis para desenho (uso pessoal)
– 4 imagens fotográficas em tamanho A4 (pode ser imagem recortada de revista, jornal e afins)
– Pote para água
– Pincéis redondos (em diferentes tamanhos)
– Panos para limpeza
– Tesoura
– Estilete
SOBRE A OFICINA: A monotipia é uma técnica de impressão muito simples, em que se consegue a reprodução de um desenho ou imagem numa prova única, daí o nome monotipia. Nesta oficina trabalharemos com algumas maneiras de usá-la no processo de criação.
Sobre Juliana Georg Bender – É artista plástica, mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da UNICAMP e arte-educadora com experiência no ensino de arte. Sua pesquisa poética e investigativa transita entre a fotografia, a monotipia, linóleo, xilogravura e técnicas mistas, explorando a relação entre o rosto, a memória e a identidade. Com uma carreira dedicada à educação, atua como professora na Escolinha de Artes Infantis, na Escola de Artes Fritz Alt na Casa da Cultura de Joinville. Além de ter integrado o corpo docente de instituições como o IMEAB/Ijuí-RS, a FAAL/Limeira-SP, o IFSC e o Colégio Bom Jesus. Ao longo de sua trajetória, tem participado de exposições, mostras didáticas e projetos de formação artística, unindo a prática em ateliê à reflexão crítica e pedagógica. Em sua atuação como professora, busca incentivar o processo criativo e a expressão individual através do ensino da monotipia, compartilhando sua experiência técnica e sensibilidade artística com os alunos.
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Oficina de Papercraft
⏰ Horário: 9h (Turma 1) e 14h (Turma 2)
👤 Ministrante: Jan M.O.
📍 Local: CAD 3
📌 Vagas: 40 vagas
💰 Para esta oficina será cobrado o valor de taxa para materiais. R$20,00 (vinte reais) a serem pagos na entrada da oficina.
Sobre a Oficina: A oficina propõe uma atividade prática de montagem de obras de arte em papel (papercrafts), desenvolvidas pelo artista Jan M.O. As criações resultantes são pequenas máquinas interativas que, ao serem manuseadas, revelam uma transição de palavras, frases e imagens que dialogam com questões de afeto e aspectos sociais. Essas máquinas possuem uma engenharia que permite a repetição contínua de um discurso, ativando assim diferentes possibilidades de reflexão para cada participante, em relação às suas próprias vivências e aos temas impressos nos dispositivos.
Sobre Jan M.O: é artista visual, ilustrador, graduado em Design Gráfico e Programação Visual. Com mais de quinze anos de produção artística, seu trabalho desdobra-se em questões que perpassam a vida pessoal e coletiva, explorando a relação entre diferença e repetição, palavra e imagem, semântica, sons, anagramas, ambigramas e engenharias. Sua produção abrange desde técnicas tradicionais, como desenho, gravura e fotografia, até possibilidades interativas, utilizando maquinários, ações virtuais e processos que permitem que sua poética transite além dos espaços físicos das galerias, alcançando territórios públicos e nichos geralmente distantes das instituições culturais, propondo intervenções em ambientes urbanos e comunidades, por vezes fora do circuito de fruição da arte contemporânea. Ao longo de sua trajetória, Jan M.O. possui obras em acervos diversos, além de prêmios e participação em mais de 90 exposições. Destacam-se suas mostras individuais em estados como Amapá, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe, além de sua participação em exposições coletivas, bienais, residências artísticas (nacionais e internacionais) e salões em diversos estados brasileiros, assim como em países como Argentina, Colômbia e Espanha.
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Oficina : Raku
⏰ Horário: 9h (Turma 1) e 14h (Turma 2)
👤 Ministrante: Eliana Stam
📍 Local: Laboratório de cerâmica
📌 Vagas: 25 vagas por turma
💰 Para esta oficina será cobrado o valor de taxa para materiais. R$20,00 (vinte reais) a serem pagos na entrada da oficina.
SOBRE A OFICINA: Esta oficina introduz a técnica de queima cerâmica Raku, explorando desde sua rica história no Extremo Oriente até a prática contemporânea no atelier. Ao longo dos encontros, os participantes compreenderão os fundamentos técnicos para o sucesso da queima rápida e do choque térmico, incluindo a preparação de argilas especiais (com adição de chamote, talco e caulim) e o controle de espessura das peças. O curso abrange ainda a modelagem teórica e prática, a aplicação de esmaltes específicos para Raku e a vivência da queima externa, revelando os efeitos surpreendentes da redução e da metalização direta.
Sobre Eliana Stam É Arte/educadora, artista ceramista, escritora, pesquisadora e formadora. Professora Sênior da Universidade da Região de Joinville, onde atuou por 20 anos como professora e coordenadora do Curso de Licenciatura em Artes Visuais . Desde 2003 é também pesquisadora do Núcleo de Pesquisa em Arte na Educação (NUPAE), atuando como extensionista e pesquisadora.
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Palestra: picotar a voz até fazer uma pista que se abre no espaço
⏰ Horário: 19h
👤 Ministrante: Claudio Moreira
📍 Local: Auditório da Biblioteca
📌 Vagas: 250 vagas
SOBRE A PALESTRA: O título que sinaliza o protocolo da palestra-performance, desdobra-se em dois momentos que arrastam, por assim dizer, as seguintes perguntas: o corpo se desalinha à medida que o texto é picotado? quais frequências podem soar na e além da página? como a boca soa a voz que lê – picota? toda festa só é possível porque estamos em crise? a leitura se organiza por personagens: página, microfone, luz estroboscópica, quem lê, quem escuta, máquina de picotar papel, caixa de som e projetor. o bloco de páginas soltas é lido uma a uma e, em seguida, colocado na máquina de picotar, sucessivamente; no segundo momento, as luzes são apagadas, aciona-se o personagem luz estroboscópica e arma-se uma pista, convidando quem permanece a lançar o texto picotado como confete.
Sobre Claudio Moreira – É doutorando em Artes Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade do Estado de Santa Catarina, na linha de pesquisa Processos Artísticos Contemporâneos (PPGAV/UDESC). É mestre em Artes Visuais pelo mesmo programa, com a dissertação notas da tradução (2025), e graduado em Artes Visuais pela UDESC. Atua como artista, pesquisador e professor nos cursos de Artes Visuais, Bacharelado e Licenciatura, da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), em Criciúma. Desde 2022 coordena a editora molécula, dedicada à edição de projetos artísticos no formato de publicações impressas e sonoras, e desde 2026 integra o ateliê coletivo Beira, no Rio de Janeiro. É um dos coordenadores do PET-Saúde Digital: Linguagens e Humanidades Digitais (UNESC/Ministério da Saúde). Integra o grupo de pesquisa Processos de escrita / Situações de escuta [sob espécies de silêncios, proposições sonoras, publicações e outros projetos] (DAV/CEART/UDESC), o Grupo de Pesquisa em Arte, GPA (UNESC/CNPq), participa do projeto de extensão Sala de leitura | Sala de escuta (DAV/UDESC) e do grupo de pesquisa Proposições artísticas contemporâneas e seus processos experimentais (UDESC/CNPq). Vem participando de exposições, propostas e projetos artísticos, individuais e coletivos. Tem experiência na área de Artes e sua pesquisa investiga as relações entre texto, ação e publicação através de proposições artísticas por meio da performance, vídeo, intervenções, materiais impressos, desenho e/ou instalações.
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🗓️ 19 DE JUNHO (SEXTA-FEIRA)
Oficina: O ensino da arte na educação básica: reflexões teórico-práticas
⏰ Horário: 9h (Turma 1) e 14h (Turma 2)
👤 Ministrante: Larizza Bergui
📍 Local: CAD 2
📌 Vagas: 30 participantes
💰 Para esta oficina será cobrado o valor de taxa para materiais. R$20,00 (vinte reais) a serem pagos na entrada da oficina.
Sobre a oficina: O professor de arte, além de possuir um sólido embasamento teórico acerca da arte e do ensino da arte, necessita compreender as múltiplas realidades encontradas na educação básica, tanto no ensino público quanto no privado. A atividade propõe reflexão sobre o ensino da Arte, fundamentados no referencial teórico do curso, a partir da análise do espaço escolar e de materiais disponibilizados pela escola, por meio do exercícios de abordagens pedagógicas voltadas ao ensino da Arte.
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Oficina: Rocambólides
⏰ Horário: 9h (Turma 1) e 14h (Turma 2)
👤 Ministrante: Gabriel Scapinelli
📍 Local: CAD 3
📌 Vagas: 20 participantes
Sobre a oficina: A oficina Rocambólides propõe uma experiência prática e poética de criação coletiva a partir da relação entre arte, paisagem, matéria e transformação. O encontro se inicia com uma aula expositiva concebida como aquecimento poético, aproximando os participantes do campo expandido da arte e dos Bólides e Contra-Bólides de Hélio Oiticica, para pensar a escultura não apenas como objeto, mas como ação, processo e modo de relação com o lugar. Em seguida, a oficina se desloca para o campo, onde será realizada uma coleta de materiais disponíveis no entorno — folhas, terra, areia, pedras, sementes, galhos, palha e outros resíduos vegetais, minerais ou urbanos capazes de compor a obra. A partir dessa matéria recolhida, os participantes costuram coletivamente um grande tapete de juta, feito com sacos usados no transporte de produtos rurais, como batata e cebola. Sobre essa superfície, os materiais são organizados em camadas e, ao final, o conjunto é enrolado até que o plano se transforme em volume, dando origem a um corpo-canteiro: uma escultura-processo aberta ao tempo, à decomposição, à umidade, à germinação e às transformações do ambiente onde será instalada.
Sobre Gabriel Pundek Scapinelli – É artista, arquiteto, marceneiro e pesquisador em Artes Visuais. Doutorando em Poéticas Visuais pela Unicamp, desenvolve trabalhos entre escultura, paisagem, ecologia urbana e práticas coletivas. Em sua pesquisa, investiga dispositivos de paisagem, arte pública e modos de transformar matéria, território e convivência.
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Formação: As transformações da IA no ensino da arte
⏰ Horário: 17h30
👤 Ministrante: IBM
📍 Local: Anfiteatro 2
📌 Vagas: 150 participantes
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Palestra: Arte em tempos de crise: o ensino da arte e a experiência estética
⏰ Horário: 19h
👤 Ministrante: Carla Carvalho
📍 Local: Anfiteatro 2
📌 Vagas: 150 participantes
Sobre Carla Carvalho – É Professora de Arte, atua como professora e pesquisadora no Departamento de Artes e no Programa de Pós Graduação em Educação da Furb, líder do Grupo de Pesquisa Arte e Estética na Educação – GPAEEBergui



